Desculpa, amor, por todas as vezes que eu mesma fugi sem rumo,
Quando tudo o que eu queria era migrar-me para ti.
Sei que eu não deveria ter pedido para que tu saísses,
Porque o meu maior desejo era não saber... nem de chaves nem de portas.
Desculpa o sentimento míope que não me deixou reconhecer o teu pedido.
E eu ainda quero que tu saibas:
Minha alma está nua à espera dos teus beijos.
Os verbos que derrubam
Há 15 anos

